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de 1992 - foi ter dado um duro golpe na ignorância e hipocrisia predominantes na sociedade, ao promover a liberdade sexual numa época marcada pelo medo do "monstro" da AIDS. O perturbador e controverso álbum, no entanto, não se resume apenas a sexo, mas também apresenta algumas canções que falam sobre desentendimentos, incertezas, traições, tolerância e amor. Dentre os singles do disco, além da faixa-título, estão as canções "Fever", "Bad Girl", "Rain", "Deeper and Deeper" e "Bye Bye Baby". O álbum vendeu aproximadamente 7 milhões de cópias em todo o mundo e figura entre os melhores da carreira de Madonna. 
A história começou da seguinte maneira: dias após sua absolvição das acusações de abuso contra menor de idade, em meados de 2005, Michael mudou-se para a referida ilha e passou a ter todas as suas despesas custeadas por Abdulla - o que incluiu custos com advogados em inúmeros processos por dívidas -, uma conta na casa dos milhões de dólares. Em troca de todas as benesses, Jackson assinou um contrato em abril de 2006, no qual se comprometia a lançar dois álbuns, produzir um musical e escrever uma autobiografia para o príncipe, que por seu lado criou a 2seas Records, construiu um estúdio de altíssima qualidade e desembolsou US$ 7 milhões de adiantamento.
No entanto, Michael fez o que faria todo legítimo popstar em apuros: utilizou-se da desculpa de que iria se apresentar no MTV Japan Awards em maio de 2006, saiu de Bahrain e nunca mais botou os pés lá novamente. De acordo com o reportado pela Fox News, o príncipe afirma ter recebido apenas duas notas de assistentes do cantor afirmando que ele não cumpriria suas obrigações contratuais, e nada mais a acrescentar. Dessa forma, Abdulla entrou na justiça da Inglaterra e dos EUA em busca de indenização.
Na contramão de toda essa confusão, Michael Jackson lançará no início de 2008 uma versão comemorativa dos 25 anos de Thriller, seu mais fantástico álbum, que figura no Guinness Book como o disco mais vendido da história da música - até 2006, tinha sido adquirido por mais de 104 milhões de pessoas no mundo. A reedição virá com sobras de estúdio e alguns remixes, o que deverá alavancar ainda mais as vendas do álbum.

Pronto, está dito! Simples como fogo! E não pense que eu perdi o tino por causa de tal atitude libertária! Saiba: não é nada fácil confessar-se dessa forma, mas há situações-limite em que não dá mais para ficar afogado num mar de angústias e temores, preocupando-se exacerbadamente com a possível reação negativa de outrem.
A sua aparição em minha vida me fez adentrar o meu "eu" desconhecido e colocou em xeque muitos de meus valores e princípios até então estabelecidos como via de regra, e que vieram a se tornar totalmente obsoletos com o tempo! Gosto de você mesmo, e não me importa o que pense ou fale!
Sem mais delongas, é melhor que fique tudo às claras mesmo! Assim eu me sinto mais verdadeiro, mais leve! Afinal de contas, apaixonar-se não é crime!
"Toda razão perde o seu fim se um coração for o juiz". (Djavan)
Obs.: queridos leitores, o nome do blog ainda é "Café Cultural", e não "Café Confessional", cabe ressaltar!
Ernesto Guevara de La Serna nasceu em 14 de junho de 1928, em Rosário, na Argentina, onde, aos dois anos de idade, teve sua primeira crise de asma, doença que o acompanhou pelo resto da vida. De família de classe média, Che, como ficou conhecido, pretendia estudar engenharia, mas aconselhado pela avó, partiu para a medicina. Em 1952, resolveu fazer uma viagem de motocicleta pela América Latina com o amigo Alberto Gramado (história retratada em filme de Walter Salles “Diários de Motocicleta”) e quando viu a pobreza pelo continente, decidiu que terminaria os estudos e assumiria sua alma política com o sonho de fazer justiça e acabar com as desigualdades sociais. MATERIALISMO HISTÓRICO
O presidente boliviano, Evo Morales, presta homenagem a Che Guevara e lança selo comemorativo aos 40 anos da morte do ex-líder, em Vallegrande, na Bolívia (Foto: Aizar)
A modelo Gisele Bündchen desfila de biquíni com a imagem de Che Guevara (Foto: AFP)
Em 2003, um dos maiores ícones do consumo capitalista, a cantora americana Madonna, apropriou-se da imagem de Che para lançar "American Life" e protestar contra o governo Bush. Não deu certo. Vendeu pouco, o disco é chato, mas valeu pela "briga" com os americanos.
O ex-jogador de futebol argentino Maradona mostra sua tatuagem de Che guevara (Foto: AFP)
O mais querido cantor e compositor da nova música popular brasileira chega nesta data aos 39 anos de idade em plena atividade: inspiradíssimo, agenda cheia, prêmios acumulados, aclamação popular, prestígio entre os grandes nomes da MPB e dois lançamentos praticamente simultâneos - o DVD "Coisa de Jorge" (em parceria com Jorge Mautner, Aragão e Benjor) e um CD de inéditas previsto para novembro, intitulado "Todos nós somos um", que já possui, inclusive, uma música de trabalho chamada "Ela une todas as coisas", que já é parte da novela Duas Caras, da Globo. O primeiro é resultado de um show realizado para milhares de pessoas na Praia de Copacabana no dia 23 de abril deste ano, em homenagem a São Jorge, santo guerreiro. A música de trabalho, o ijexá "Líder dos Templários" está na boca das pessoas, em todas as rádios do Brasil. Quanto ao novo CD de inéditas, trata-se - nas palavras do próprio cantor - de seu CD mais brasileiro, com produção de Paulo Calasans e participações de músicos do quilate de Guinga, Marcos Valle, o percussionista Marçal, o baixista Arthur Maia, e arranjos de cordas de Gilson Peranzetta, Eduardo Souto Neto e Jota Moraes. O álbum trará ritmos distintos como samba, xote, bossa-nova e algumas incursões no rock e no jazz. Agora só resta aguardar! Santiago Nazarian é (depois do"fenômeno" Bruna Surfistinha) o escritor entre os 20 e 30 anos que mais vende livros do Brasil. Cabe uma ressalva: ao contrário da famigerada "Surfistinha", ele é bastante talentoso, escreve muito bem e sabe compor personagens como há muito não se via na Literatura Brasileira. Tornou-se nacionalmente conhecido a partir do lançamento do livro Feriado de mim mesmo. Nesta época, concedeu, inclusive, entrevista no Programa do Jô Soares. Enquanto alguns classificam sua obra simplesmente como adolescente, outros o vêem como a mais grata surpresa da literatura brasileira dos últimos anos. O fato é que seu estilo fascinante, dotado de uma roupagem pop, contém o ímpeto advindo da jovialidade e versatilidade de quem já passou por várias profissões atípicas: ele já foi barman de pub punk em Londres, compositor de jingles, professor de inglês, redator de histórias de disque-sexo e de horóscopo. Além disso - visto que no Brasil não dá pra viver somente se literatura - ele faz legendas de filmes e traduz livros para o Português, como é o caso das obras Maldito Coração, de J.T.Leroy, e Fan-Tan, de Marlon Brando.
A VI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco segue até o domingo (14/10) no Centro de Convenções (Olinda-PE).
Obs.: querida Claúdia Campelo, eu devo essa matéria a você que me avisou da referida palestra. Amiga, tenha meus sinceros agradecimentos!
Nos últimos anos, a tecnologia da informação tem afetado drasticamente a maneira de se vender música. A facilidade com que a Internet permite a troca de arquivos digitais entre seus usuários elevou a pirataria a níveis estratosféricos. Em poucos minutos, é possível baixar o CD ou DVD do artista preferido, sem ter que desembolsar um centavo sequer! No Orkut - o mais famoso site de relacionamento do mundo - há inúmeras comunidades com esse fim, tais como "Trocando MP3" (com mais de 30.000 usuários) ou "Discografias"(que possui inacreditáveis 430.000 membros). Nelas, os usuários podem fazer pedidos de músicas raras ou lançamentos de seus artistas favoritos e, em poucos dias, são prontamente atendidos: recebem os devidos links dos sites para baixarem as canções solicitadas. Esses sites funcionam como uma espécie de HD virtual compartilhado, onde os internautas podem fazer upload e download de arquivos diversos, livremente. Tais comunidades consistem num verdadeiro sonho para os colecionadores de música digital. E não há como banir esse tipo de comportamento na Internet, até porque (pelo menos no Brasil) não existe uma legislação completa e eficaz para coibir os abusos da pirataria na rede. No entanto, alguns países já são mais severos no tocante a essa questão: no início do ano, em Montauban (França), uma vovó de 66 anos foi multada em quase 500 euros por danos e prejuízos porque baixou mais de três mil músicas na Internet.Breve histórico do CD:
O consumidor e sua relação com os CDs:
