Música, literatura, jornalismo, cinema, opinião, variedades, confissões e devaneios...
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Fumo
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Quero beijar-te mais sete mil vezes!!
terça-feira, 31 de março de 2009
A poesia lúbrica de Bruna Lombardi.
Certo dia, estava eu na Internet, navegando sem leme, ao léu dos ventos e das correntes de minha solidão infinda, em busca de uma palavra poética que desse alento ao meu coração. Tamanha a minha surpresa, deparo-me com a mais pura poesia lúbrica advinda da bela atriz, modelo e escritora BRUNA LOMBARDI. Demasiadamente embevecido com a intensa carga de loucura, desejo, despudor, chama e paixão contida em seus versos, fico incrédulo ao imaginar como é possível essa mulher linda, talentosa e de incrível sensibilidade ser mais reconhecida e lembrada pelas novelas em que atuou do que pelo seu legado poético. Tenho os caprichos inerentes à natureza da mulher
Ah, eu queria saber de cor o nome das estrelas
Penso, ele há de perceber, me encosto um pouco
desejo que não acontece
Baixo ventre
Sinistro
ensopada de paixão e de água fria
domingo, 1 de fevereiro de 2009
A felicidade reside na ignorância.
Os últimos dias têm sido para mim uma verdadeira prova de fogo, pois vejo minha liberdade cerceada em todos os aspectos, e preciso lutar o tempo inteiro para tentar quebrar todas essas correntes presas a mim. Numa dessas tentativas, resolvi dar vazão a uma paixão arrebatadora, e corajosamente me dispus a admitir para mim mesmo que eu queria engrenar um relacionamento sério e duradouro, pautado em razão e sentimento de amor. Como um bicho acuado e medroso permuta suas angústias em pura valentia, algumas pessoas fazem exatamente o contrário: transformam seus receios em ações de covardia e desdém. E foi isso que aconteceu com a contraparte, ao ceder à vil chantagem emocional de uma 'persona non grata' que, motivada por ressentimentos, só quis me destituir de crédito, em vias de injúria e maldade, causando sofrimento psico-emocional em minha humilde pessoa.
Meu defeito mais humano é amar em demasia, mas não posso ser diferente. Sou um anjo carnal, e não cabe a mim a tristeza ou a vergonha. A minha razão agora passa a prevalecer sobre minha emoção, e renuncio a mais um amor, na certeza de que ofereci o melhor de mim. Em meio a tanto descaso e desamparo, meu bom humor ainda me faz vislumbrar beijos e baladas, bossas e sambas numa partitura contínua de esperança!
Os amores passam, mas as canções ficam! E o carnaval tá chegando... Viva o mês de fevereiro! Viva a música! Viva Vercillo! Viva a gente!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Descaso
Céu, estrelas
Limbo, leito
Paixão nova
Cores belas
Longe-perto
Açoite, peito
aberto em chaga, dor...
Sangue jorra
Frio arde
Luz se apaga
- Que demora!
Não me mate, amor...
Vazio, já vou tarde
O descaso não tem hora
Tanta espera me cansou!
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Confissões, devaneios e sossego... Muito sossego!
domingo, 20 de abril de 2008
Para um amor no Recife (parte final).
Abri espaço no meu peito para que você surgisse, sem pressa, sem culpa, sem crises, sem pudores... Na minha mente estúpida de romântico inveterado, acreditei que finalmente a felicidade tinha chegado a mim, dando-se assim na forma de uma paixão avassaladora que poderia ter se convertido em amor, com o tempo! Agora faço minhas as palavras de Renato Russo, quando ele diz: "A felicidade é uma mentira. E a mentira é salvação".
Era uma situação nova, distinta para mim, e eu me esforcei para que as coisas dessem certo, apesar das adversidades inerentes às nossas rotinas! No entanto, quando penso que tudo são flores, você quebra o encanto da maneira mais vil e indelicada... E sequer teve a coragem de direcionar seus olhos verdes aos meus para eu ter certeza de que eles diziam a verdade. Não! Aquilo não poderia estar acontecendo... Não em se tratando de você! Mas aconteceu! E não há como esquecer o que já se fez! É difícil esquecer sua figura transtornada, como se outra alma tivesse tomado conta de seu corpo para destruir tudo de belo que estava sendo construído... Mas não era outra alma coisa nenhuma: era sua personalidade mesmo! Você é assim, e nada posso fazer quanto a isso!
Dessa vez não vou chorar. Não quero nem posso fazê-lo, pois não vale à pena o desgaste. Em meus 26 anos de vida, descubro a importância das decepções para a obtenção contínua da experiência, embora a minha maquineta da resignação não funcione adequadamente e me leve a maldizer os dissabores, como se eles fossem de todo ruins! Mas agora, ao invés de derramar meu pranto, vou rir meu riso!!! E para findar, desejo apenas uma coisa a quem não me amou: saiba amar alguém verdadeiramente um dia! E muito obrigado pelo aprendizado!
Gostaria de agradecer a todas as pessoas queridas, que estão comigo e não me deixam ficar sozinho! A vida segue... e a fila anda!
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Nos beijamos demais
Alta noite! Trancado estou em meu quarto. O vento frio adentra o ambiente pela janela. Ninguém lá fora... O mundo dorme e eu continuo acordado... Ouço apenas o barulho da chuva que cai incessantemente. Ponho uma canção do Jorge Vercillo pra tocar e acendo um incenso. Em poucos segundos, o cheiro de cravo da Índia começa a exalar e a tomar conta de mim... E eu fico inebriado... Aquela canção gostosa me invade os ouvidos: - Breve coração, tens um eterno ardor que me inunda a alma de emoção (...). Desfaleço-me sobre a cama, já despido das roupas e dos problemas. Como é doce viver para me recordar de que há poucos instantes eu tive o meu amor nos braços... Nós nos beijamos demais, entregues ao desejo arrebatador... Ai, a sua pele em brasa a me chamuscar, a esgrima de língua, a face roçando a minha, o torso, o gosto do suor, as pernas entrecruzadas e a indizível sensação de sua boca de maçã a percorrer e a beijar cada pedaço do meu corpo... Todos os sentidos direcionados à libido, à busca do êxtase puro.
Ah, indelével ânsia de amar, por que caminhas lado a lado comigo? Por que não me deixas? Não sei explicar a razão nem quero! Já estou irremediavelmente louco, embriagado de amor...
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Muitos carnavais...
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Para um amor em São José do Egito...
Fim de noite... Doces minutos de loucura em que me lembro do perfume embriagante que exalava daquele pescoço... O toque sutil daquelas mãos impetuosas a acariciar minha pele cravada de arrepios... Ah, como é bom viver para me desprender, ao menos por instantes, dessa maçante rotina, e me lembrar do quão feliz, meu bem, você me fez naquela madrugada de desejos profundos e ocultos que podem parecer deveras ignóbeis, mas que constituem a representação nua e crua do puro e inelutável prazer! "Navega em mim, que eu sinto os prazeres do mar".domingo, 21 de outubro de 2007
Louco por você...
Pronto, está dito! Simples como fogo! E não pense que eu perdi o tino por causa de tal atitude libertária! Saiba: não é nada fácil confessar-se dessa forma, mas há situações-limite em que não dá mais para ficar afogado num mar de angústias e temores, preocupando-se exacerbadamente com a possível reação negativa de outrem.
A sua aparição em minha vida me fez adentrar o meu "eu" desconhecido e colocou em xeque muitos de meus valores e princípios até então estabelecidos como via de regra, e que vieram a se tornar totalmente obsoletos com o tempo! Gosto de você mesmo, e não me importa o que pense ou fale!
Sem mais delongas, é melhor que fique tudo às claras mesmo! Assim eu me sinto mais verdadeiro, mais leve! Afinal de contas, apaixonar-se não é crime!
"Toda razão perde o seu fim se um coração for o juiz". (Djavan)
Obs.: queridos leitores, o nome do blog ainda é "Café Cultural", e não "Café Confessional", cabe ressaltar!
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Nobody lives without a love!
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
"Agora é só fluir, que o melhor ainda está por vir".
Acabo de ter um acesso de inspiração nesta madrugada gélida e chuvosa. É que me encontro no estado de graça típico dos ébrios! Mas o meu uísque não é suficiente para saciar a sede que estou sentindo da tua presença, criatura voluptuosa! Nem acredito que estive a poucos centímetros de distância da tua boca, do teu olhar malicioso e do cheiro altamente inebriante que exala da tua pele... Meu corpo em frêmito pede o teu... E eu quero a esgrima de língua, o toque ágil das tuas mãos, o calor das tuas coxas nas minhas, o afago nos cabelos, a compilação de obscenidades ao ouvido, a respiração quente e ofegante a me entorpecer... Sinto a vontade incontida de fazer do meu corpo o teu templo de torpes desejos! Quero romper os limites da paixão arrebatadora e me esquecer do mundo mesquinho e desprezível lá fora, para que eu possa ficar unicamente à mercê dos teus carinhos, sem pensar em mais nada... No entanto, tu encontras todo tipo de acinte para me deixar morrer de sede em frente ao mar, e isso só faz aumentar a minha ânsia de te conquistar a qualquer custo. Dou-te a certeza de que persistirei em alcançar o meu intento de te fazer cair de amores por mim!
"Eu só queria que não amanhecesse o dia/ Que não chegasse a madrugada/ Eu só queria amor/ Amor e mais nada".
terça-feira, 7 de agosto de 2007
"Tudo é tão claro em mim... Sei que é amor e será fundo como o mar".
Ficar triste? Claro! Somos humanos, embora não seja muito inteligente estagnar-se por conta de uma desilusão. Ajudar os outros é uma boa sugestão para esquecer o peso nos próprios ombros. “Essa já não é mais a época de se ligar na própria dor”.
Algo que não me deixa permanecer triste é minha relação de carinho e amizade com as palavras. Através delas, posso ser eu mesmo, posso personificar coisas e criar personagens, os quais, na verdade, não passam de frações da minha própria essência: o “eu racional”, o “eu sozinho”, o “eu crítico”, o “eu (in)dignado”, o “eu amante” etc. Enfim, EU, e nada mais que eu mesmo!
E sigo assim: tropeçando e me reerguendo, mas amando sempre! E, como diria Djavan, espero que o amor nunca se perca de mim, enquanto puder...
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Auto-retrato.
É difícil lidar com a ambigüidade tão presente nesta existência, tal qual o fogo e a água no planeta. Ganha-se daqui, perde-se dali! Desconsolo e solidão não são prerrogativas apenas dos desvalidos. Sofrem de tristeza o sóbrio e o ébrio, o branco e o preto, a Rita e a Beatriz, o belo e o mal-afeiçoado, o patrício e o plebeu. A vida é inconstante como o clima equatorial, em que os raios ensolarados de uma manhã facilmente se convertem em tarde sombria e chuvosa.
Bem, mas não vou ficar aqui a escrever coisas tolas e sem nexo sobre prazeres e dissabores! Tampouco terei a pretensão de querer explicar o que não tem explicação: o amor. Meu maior defeito (ou virtude) é gostar demais das coisas da vida e amar com toda a intensidade do meu corpo e do meu espírito! Contudo, há uma simples coisa que nunca consegui fazer: conjugar o verbo auxiliar SER na primeira pessoa do presente do indicativo junto ao verbo AMAR no particípio.
quarta-feira, 25 de julho de 2007
"(...) Aturdido, sem sentido, não sei onde vou..."
Palavras, palavras, palavras... Preciso controlá-las! Não posso vomitá-las assim, sem recato!!!
"Morrer de amor não é o fim, mas me acaba". (Djavan)
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Segredo...
Sinceramente, não sei mais o que pensar nem o que dizer a respeito de minha humilde pessoa. Desconheço minhas atitudes e estou completamente desprovido de razões que possam, de alguma forma, justificar meu comportamento. Só tenho a certeza de uma coisa: da inquietação imensa que sinto; da vontade de gritar para o mundo inteiro o quanto eu amo! Meu Deus, até quando terei que calar as minhas palavras, meus planos, meus desejos? Por quanto tempo precisarei estancar meu sangue que ferve nas veias, que clama por amor?
Fui pego de surpresa! De repente, eu me vi assim: totalmente embevecido com a tua lindeza, com o brilho estonteante dos teus belos olhos de mar, com o timbre embriagante de tua voz deliciosa que me provoca arrepios de desejo... Que vontade de te abraçar! O que é isso? Será doença? Destino? Não sei, não sei... Apenas sinto...
No entanto, digo-te que não te preocupes, Amor, pois te amar é como olhar a lua inacessível. É melhor eu não saber se tu poderias gostar de mim algum dia... Prefiro as feridas da solidão à dor da tua indiferença. Não te quero perder de vista por nada neste mundo! Deixa do jeito que está... Serei feliz enquanto estiver a contemplar a essência da tua beleza de forma imaculada, impoluta, genuína...
Guarda contigo o meu beijo mais apaixonado e a certeza do meu afeto indelével...
"Há sempre algo de ausente que me atormenta." (Camille Claudel)
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Feliz Dia dos Namorados!
Não sei nem saberei explicar o porquê de eu ser demasiadamente romântico. Procuro e consigo encontrar em quase todas as coisas da vida algo de poético. Sofro por não viver quase nada do que sonho. Não tenho um amor verdadeiro para quem eu possa expressar tudo de belo e grandioso que consigo absorver do mundo. Quando falo em amor verdadeiro, leia-se amor recíproco, pois não se pode conceber amor solitário. Amor só existe se emanado por duas pessoas, e inexistem disposições em contrário; todo o resto é paixão, desejo, obsessão ou qualquer outra espécie de sentimento. Tempos atrás, eu me considerava um cara bastante cético, mas confesso estar começando a acreditar em destino, e o meu parece ser a solidão eterna. Sei que não deveria escrever essas palavras aqui, mas o faço como forma de exteriorizar o que não consigo mais guardar comigo! A data que se aproxima só me faz lembrar o quanto dói a constatação de que estou sozinho; é uma espécie de espelho que reflete a alegria dos casais apaixonados e, ao mesmo tempo, a dor daqueles que estão sem companhia. Por mais que eu tente demonstrar alegria, meus olhos plangentes não conseguem mais ocultar minha tristeza infinda. Somente o apego ao trabalho me dá motivação para me levantar e seguir em frente. Às vezes me descontrolo e explodo, pois nem mesmo os mais fortes nervos conseguem resistir às torturas impostas pela solidão. Mesmo assim, faço um esforço tremendo para cultivar a leveza do ser e jamais manter a alma pesada (credo!). Um dia o amor irá bater à minha porta, eu sei... (Se eu continuar escrevendo coisas desse teor, vou acabar mudando o nome do blog para "Café Confessional").
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Palavras vãs...
Boa noite!
quinta-feira, 3 de maio de 2007
"DESESPERO-ME QUANDO FICO LONGE DE TI POR MUITO TEMPO".
Não sei se te amo ou se te odeio! Quero fugir de ti, mas não consigo. Uma força maior que meu ser me impele a fazer exatamente o contrário: correr para teus braços. És meu bem e meu mal. Acalmas os meus nervos e dissipas a minha energia física e espiritual. Desespero-me quando fico longe de ti por muito tempo; às vezes, eu te quero o tempo todo! Nos momentos de solidão atroz, tu és a minha companhia constante; tua presença me distrai e me faz esquecer, por instantes, a dor de ser tão só. És uma doce armadilha: chegas sutilmente para depois tomar conta de todo o meu corpo e até do meu pensamento. Proporcionas a mim um prazer intenso, mas és, de certa forma, um veneno que me leva a cometer um lento e gradual suicídio. Há noites em que não consigo dormir sem o teu acalanto... Ah! Teu odor impregnado em minha roupa e no ar que eu respiro... Roubaste o meu autocontrole... Um dia estarei livre dessa escravidão; estarei livre de ti, CIGARRO! 


